Contrariando todas as análises, diga-se de passagem verdadeiras, este ano trouxe algum aprendizado positivo?
Fazendo o exercício de olhar o que podemos entender como crescimento neste desafiador ano que já sinaliza o seu fim, elencamos aqui três itens favoráveis que se destacaram.

 

1. Olhar o que pode ser otimizado nas empresas
Em todas, praticamente todas as empresas, sempre existe alguns pontos que podem ser trabalhados com melhor racionalidade, com maior zelo e sem desperdício.
Quando somadas essas gorduras, verifica-se o tamanho da economia que estava sendo perdida. Com um olhar atento e impulsionado pela necessidade, as empresas precisaram otimizar as suas gestões e os seus custos.

 

2. Ver mercados que não eram percebidos
É fato que o país passou por alguns deslocamenatos das classes sociais nestas últimas décadas. Muitas empresas já se reorganizaram para perceber essas mudanças, enquanto outras ainda não conseguiram ver esses mercados e as oportunidades que elas geram. Este ano provocou as empresas a reverem os cenários e olharem para outros caminhos e possíveis clientes que estavam invisíveis.

 

3. Olhar um horizonte mais distante e investir agora
Olhando para o horizonte próximo o cenário é de retração, mas para aqueles que tinham aporte para investir agora e projetando um tempo maior para frente, é porque houve uma queda de valores para aquisição em muitos segmentos, foi um ano para comprar mais barato. Embora seja uma realidade de poucas empresas, cabe uma máxima judaica: para vender bem é preciso comprar bem.

 

Claro que foi um ano muito difícil para velejar para a grande maioria, por diversos e já exauridos motivos. Os ventos não estavam favoráveis.
Para aqueles que já estavam investindo significativamente em planejamento, em gestão profissionalizada, em inovação, esses estavam propensos a passar pela crise com um pouco mais de estabilidade, podendo vir a crescer no momento seguinte.

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