Sabemos que o natal é a maior festa da cristandade, com toda a esperança e as boas-novas que ele traz.

O Natal também é a data mais esperada do ano para diversos segmentos comerciais.
Mesmo com todo o mal-humor do mercado neste ano, alguns ainda cultivam o desejo que ele possa trazer bons negócios.

Existe um para a estrela com a fé nas mudanças significativas e essenciais. Um outro olhar segue, com algum otimismo, para a possibilidade de virar do caixa, deixando-o positivo no último momento do ano.

Esses dois momentos não são contraditórios, como sempre se quer fazer entender. Claro que consumir não muda essencialmente as pessoas, claro que nada material se coloca no lugar dos afetos, dos valores e da fé,  contudo a força inventiva e transformadora da pessoa também é capaz de gerar bens e serviços para si e para o outro e que podem suprir diversas necessidades humanas. É o pão que precisa ser ganho para viver mais e melhor.

 

O Natal é o momento do ano que evidencia essas duas verdades: o pão e o Pai. A ordem de crescer e multiplicar vem de Deus, o que falta é aceitar que sentar à mesa como irmãos é um desejo e necessidade de todos. E se faltar pão para alguém não terá sido por falta de generosidade do Pai que enviou o seu filho ao mundo com uma mensagem: amar a Deus acima de todas as coisas e amar ao próximo como se é capaz de amar a si mesmo.

 

Que todos possam celebrar neste Natal o pão e o Pai.

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